sábado, abril 07, 2012

Sangue coralino também corre em Salvador - novos integrantes Baleias

Lana  na entrega oficial...

Parece-me, que já estava escrito nas estrelas ou quem sabe no MAR.  

Era preciso que eu e Lucas perdêssemos o voo de retorno a Salvador, para que algo fantástico, mais uma vez, viesse a acontecer em nossas "vidas corridas".  Se não bastasse conhecermos o ciclista Rogério Pacheco em sua bicicletaria. O jantar na segunda-feira, o treino em Belvedere com alguns integrantes dos Baleias e a epopeia que foi nossa estada em Belo Horizonte.

Antes de retornarmos, outro episódio inédito viria a acontecer!!! 

Depois de muitos momentos de conversa, de visitas  aos amigos mineiros e, de (até) namorar um mineiro e ser bem acolhida pela grande Belo Horizonte... Eu e Lucas acabamos deixando um pedaço de nossos corações com os amigos Baleias!!! 

Pois é!!! Se não bastasse o carinho Belo Horizontino, acabamos sendo conquistados pelos amigos de sangue coralino. 

Desde muito tempo,  eu e o Miguel  presidente dos Baleias já trocávamos figurinhas. Nossa amizade "começou a crescer" quando eu ainda recém chegada ao mundo das corridas,  6 meses de esporte - mais exatamente em 17 de agosto de 2010, fiz uma postagem aqui no blog sobre a belíssima história dos triatletas Dick Hoyt e Rick Hoyt. O Miguel se encantou tanto pela história dos dois triatletas, que por algum tempo os vídeos e minha postagem ficaram como indicação no blog Baleias. Acredito eu, que foi a partir daquela postagem que conquistei a amizade do Miguel. 

Foi a partir daquele agosto de 2010 que eu e Miguel começamos a confabular. Independente de comentários via blog, nossas conversas foram ampliadas a e-mails, e em seguida ligações (celular). 

Eu, Miguel e Lucas

E a partir de cada conversa... cada vez mais o Miguel ia me conquistando com suas histórias. 

Através destas, ele também iá me cativando a se tornar uma integrante Baleias. Ao mesmo tempo que era conquistada pelo mesmo, eu tinha  certo receio a me tornar BALEIAS. Mas Dart receio por que?? Bem primeiro por que tenho um enorme respeito ao sangue coralino e ao MUNDO BALEIAS. Penso que é preciso compromisso para ser BALEIAS.

Primeiro por que apesar de muitos verem este grupo como assessoria, este não se trata de uma assessoria e creio que é preciso que fique expresso. BALEIAS são amigos, pessoas de diversos lugares que por uma causa nobre - A CORRIDA,  se sentem unidos e procuram se unir ao longo do ano. Primeiramente são pessoas em que a amizade foi cativada e que se sentem LARANJAS - no melhor uso do termo!!! Tem sangue coralino.

A amizade faz parte deste grupo e é o que nos une. Todos se sentem como família e como família de vez em quando também tem seus percalços... Nada é perfeito. Baleias onde quer que seja, são sempre unidos e muito felizes!!! Como diria Miguel "se um dia você encontrar algum BALEIAS, SE APROXIME. Com certeza alí esta um amigo ou amiga onde a satisfação pelos km percorridos é o que nos une!!" Você pode conhecer um pouco mais sobre a história dos BALEIAS, neste link.  Além de tudo isso, da amizade o Miguel vê a corrida como um estado de espirito. Isso é EXCELENTE!! E me sinto ainda mais em casa, já que vejo a corrida como prazer e não obrigação.

E foi desta maneira, devagar e pouco a pouco que fui sendo conquistada.

Estivemos em outubro do ano passado com os Baleias quando corremos a meia maratona Athenas em BH, saímos com os mesmos para pizzaria.




Aconteceu de maneira bastante engraçada. Primeiro eu e o Lucas ficamos ainda assim, receosos...conversa daqui, dali. Numa destas nossa saídas com os Baleias por BH até presenciamos a coroação de uma nova integrante Isabela Araújo no jantar em que saímos. 

Da esquerda para direita - Miguel, Isabela (nova Baleias), Jessica, eu, Lucas, Lana, (...) e Wu


Treinamos em Belvedere com Dani, Ismael, Miguel e nada de pronunciamentos. 


E eis que no nosso último dia em Belo Horizonte, no qual deveríamos fazer 29km com os Baleias. Todos estavam fardadinhos nos esperando...  infelizmente não fomos treinar. ( Pois fomos dormir às 3h da manhã - tínhamos ido a missa de Lava pés e em seguida  fomos para casa da tia de Lucas, retornando muito tarde).

Treino dos Baleias furado, ficamos em casa. Foi aquele dia chuvoso....terrível. Pela primeira vez presenciei chuva de granizo. Dizia o Miguel que BH chorava pelo nosso retorno. 

Faltando pouco para sairmos em direção ao aeroporto, no qual nossa amiga Lana dos Baleias iria nos levar, eis que o sangue coralino começa a correr na veia. Miguel liga interroga, trocamos mensagens, e ele envia o taxista oficial dele, debaixo daquela aguaça para nos entregar as camisas.  Ele não poderia vir entregar pessoalmente pois estava cuidando do pai. Sendo assim a Lana integrante BALEIAS ficou incumbida de nos fazer a entrega oficial.

Camisas entregues e saímos de BH como únicos integrantes BALEIAS residentes em SALVADOR - por enquanto....será??

A entrega das nossa camisas  no aeroporto. Com Lana.

Agradeço aos Baleias que nos recebem sempre com carinho!!! Obrigada pelo carinho de todos que já tive contato seja via face, blog ou pessoalmente. Sem dúvidas este é um grupo único e no qual sabemos que só encontraremos bons sujeitos!!! São seletivos demais!!! Abraços Miguelito e espero jamais o decepcionar. Fico feliz que minha sainha branca tenha sido liberada....rsss!!

sexta-feira, abril 06, 2012

Abertura da Golden Four Asics 2012 - Belo Horizonte


"Quando a saudade apertar 

Eu vou voltar pra BH...

Vou dar a volta na Lagoa da Pampulha

Vou pra Feira de manhã no Parque Municipal...
Como é bom estar em BH" ( Bruno Lopes)



Depois do baita susto que levei, no dia 3 de abril, por ter perdido o voo de retorno a Salvador é com esta música que quero iniciar minha postagem. Vou me deliciar dizendo o quanto é bom estar em BH. Será que é por aqui que quero ficar?? Risos!!! (ops, nada. AMO minha Salvador!!mas não recusaria um época por aqui passar). Sem deixar minha baianidade de lado. Sinto-me bastante acolhida por BH.

Mas vamos lá!... pois sobre esta epopeia quero relatar. Espaço para música é o que mais iremos encontrar, afinal alegria foi o que não faltou nesta estada por esta cidade. Desculpem-me o uso que farei de um provérbio, mas como diria  meu avô "a alegria mora no... da tristeza". Tão pertinho assim que quando se tem amigos nem é possível perceber a existência daquela. O mais engraçado é que um dia cheguei a desacreditar na amizade.

Depois do choro por perder o voo, e desconsolada no aeroporto eis que surge o coral de Baleias para me salvar. Foi isso mesmo, o amigo mineiro Miguel dos Baleias que nos apoiou. Depois de Lucas quase querer que eu voltasse de pau de arará!!! kkk!!! 




Eu, Miguel e Lucas em jantar com alguns Baleias  - dia 2 de abril.


OBRIGADAAAAA Miguel. Já imaginava eu as tripas que chegariam em Salvador, ainda bem que você salvou a minha carne ainda muciça. 

Enfim solução dada e continuamos em Belo Horizonte curtindo a cidade e os amigos mineiros até a sexta feira a noite!!!

Mas vamos ao início desta epopeia.

Estamos em Belo Horizonte (eu e Lucas) desde quarta feira - 28 de março, quando aqui chegamos com o intuito de correr a Golden Four Asics. Como já é de costume, gosto de manter os rituais, e tendo em vista que ano passado fiz minha primeira meia maratona, exatamente na primeira corrida do circuito Golden, este ano tentei manter o número 1 na largada!!! Sendo assim nos deslocamos para fazer em BH, a primeira prova que abria o circuito.

Sai de Salvador com a coxa muito dolorida. Tenho sentido muitas dores já faz algum tempo. Antes até tentei buscar um fisioterapeuta, mas ficou em cima da hora. No retorno, logo mais irei procurar um médico, afinal nunca fui de sentir dores no joelho, nem na coxa e infelizmente estas começaram a surgir. 

Ainda sem saber se conseguiria concluir uma meia maratona, já que não estava fazendo longões, na sexta feira eu e Lucas fomos fazer uma prévia na Pampulha. Eu corri 13km, meio capenga e com algumas paradas, devido a dores. Já o Lucas fez 15km. O treino aconteceu às 11h da manhã e eu ainda imaginava "Nossa como é legal o clima daqui! " Em Salvador dificilmente conseguiríamos fazer um treino neste horário. Treino concluso e partimos para casa, já nos sentindo acolhidos pela Pampulha e agora só aguardando o domingo chegar.

As dores se mantiveram, no entanto ainda na sexta feira ao conversar com um amigo atleta Luís Eduardo, este me recomendou que tomasse um relaxante muscular.  E foi o que fiz. No dia seguinte já  sentia melhoras.

No sábado foi dia de buscar os kits, e claro este é um momento que adoro participar. Eu mesma fui a expo buscar meu kit. E como já havia combinado, lá me encontrei com a Lana dos Baleias - este por sinal foi nosso primeiro encontro. Bastou um primeiro encontro e já nos sentíamos amigas de infância. Fizemos compras e gastamos muito na expo da Golden. O Mundo corrida se deu bem com a gente, compramos muitas coisas bacanas.



Ainda durante a tarde, na expo encontrei mais amigos. O Luís Eduardo, a Luciana Aragão dentre outros. Foi uma tarde bastante aconchegante, embora eu ainda acredite que a Golden do ano passado tenha sido bem melhor. 100% a Golden do Ano passado.

Saímos de lá bem tarde, e como ainda não havíamos almoçado, eu e Lucas fomos em busca de algo de verdade para comer. Sem saída acabamos em PIZZA. Foi a primeira vez que comi  em véspera de prova, pizza -  e acredito que esta surtiu efeito.


Dormimos tarde, mas no dia seguinte acordamos bem cedinho - 4:30 afinal a corrida era às 7h. Apliquei algumas salompas flexíveis e geladas na coxa, que já estava bem mais relaxada e meu desejo até a corrida foi para que esta não doesse na prova. 

A Luciana Aragão mais uma vez foi nos buscar em casa, e nos levou para a corrida. A mesma também iria participar. Agradeço bastante a receptividade dela sempre que estamos em BH. Quem diria que de uma amizade "facebookana" prevaleceria uma amizade real.. 




Chegamos na Pampulha ainda cedo. Fiquei aguardando o Claúdio Vieira (amigo blogueiro do RJ) chegar, para entregar seu kit, afinal também retirei no dia anterior o seu kit.  Kit entregue, e  ainda deu tempo de bater um papinho antes da largada.
Encontrei diversos conhecidos, além do Claúdio e Daniel Xavier, o Sérgio Rocha e o André Savazoni da Contra Relógio. Papo para aqui papo para ali e chega o momento mais esperado do evento. É claro a LARGADA.


É dada a largada de mais uma MEIA MARATONA!!! E lá vou eu...


Larguei bastante tranquila, ainda testando a coxa. E sem me preocupar se de fato concluiria. Ahhh!!! Deixa eu contar uma novidade. Pela primeira vez corri sem a cinta de frequência - havia esquecido em Salvador. E para completar antes de completar o primeiro quilometro  desisti de correr ouvindo música. Desliguei o mp3 e decidi correr mais concentrada.

Segui bastante tranquila, já no 3km percebi que estava com um pace bem abaixo do que o de costume em meia maratona. Estava rodando com 5'55, e me sentindo super bem. Por ser cautelosa, decidi subir o pace para 5'57 e assim consegui manter por muito tempo. Nos postos de hidratação de gatorade eu sempre fazia uma pausa. Caminhava um pouco para beber e em seguida continuava a correr. Bem assim com relação ao gel de carboidrato. 

A corrida foi bem tranquila e poucas foram as pessoas que vi passando mal. Diferente de Salvador. Em minha frente um senhor caiu. Quando passei alguns já estavam o socorrendo, colocando o mesmo na calçada. E minha corrida continuava.

Lá na frente, acredito que no 18km o mesmo senhor que estava encostado no calçadão -  e que aparentava ter uns 50/ 55 anos, ou mais - veio correr ao meu lado. Imaginem, apesar da pausa no calçadão, o mesmo ainda veio me alcançar. Comecei a bater um papo com ele Perguntei se havia passado mal e ele apesar de estar com o rosto bem ensaguentado, no lado oposto ao meu, me disse que apenas havia tropeçado devido a algum desvio no pé. Bem baixinho ainda me disse "Menina eu não posso parar, tenho duas netas correndo aí atrás e não posso deixá-las passar. Meu neto já esta na frente. Eu preciso chegar!!!" E com este contentamento ele seguiu por alguns metros ao meu lado.

Bati pernas, já estava quase no final. Ainda encontrei a Lu no finalzinho do percurso e a Lana, que me achou metida e não quis seguir comigo...kkk . Estava batendo recorde pessoal.




Com um pace de 6' eu comecei a recuar ainda mais. Mais uma vez devido a cautela que nunca me falta. Mal acreditava eu que chegaria com 6' e por isso preferi retardar um pouco minha chegada. Eu começo a ficar mais exitada quando esta próximo da chegada, por isso não gosto de fazer fartlek. 


Conclui assim a Golden em 2horas e 09 minutos. Mal acreditei!!!! Com relação a meia maratona do ano passado, nesta baixei 10 minutos e confesso a vocês sem fazer um longão - mas isto é algo que EU NÃO RECOMENDO que façam.



Bati recorde pessoal e GANHEI O DIA com esta alegria.

PERDI O DIA quando ainda na corrida presenciei... pessoas furando a meia maratona e chegando na maior cara de pau ao pórtico. Desculpem me ser chata neste sentido. Confesso que os chips da prova eram péssimos, vários caíram no chão ao longo do percurso. Eu até cheguei a recolher alguns.


MAS apesar de já ter lido em revistas, jamais imaginei presenciar "pessoalmente" pessoas furando uma meia maratona. É SER MUITO CARA DE PAU e querer ENGANAR-SE a si mesmo. Algumas pessoas até viajam para fazer esta palhaçada longe da cidade. Eu confesso nunca me senti preparada para correr meia maratona no sol de Salvador, mas também nunca entrei para fazer esta m#$¨da. (Desculpem-me o palavreado). 


Se a corrida é de  percurso de 21km  é 21km - dai por que não faz sentido eu entrar no evento para correr menos. Ainda que meus amigos, técnico e pessoas conhecidas estejam sabendo que corri menos. Por mais que eu seja leal com meus conhecidos, não estarei sendo com o público em geral que esta correndo a meia. Se por exemplo ao concluir  15km, numa prova de 21km eu ainda pegue a medalha.


Fico muito triste em ter visto tal fato acontecer. É um ato que abomino. E ao meu ver não faz o maior sentido. Pelo menos neste quesito tento andar na linha reta e ser certinha mesmo. Sempre fui do tipo que se não aguento não entro. Isso me faz lembrar de de uma música que toca em SSA. "Se não aguenta para que veio??". 


Eu Dart aguardei um bom tempo para correr meia maratona, me preparei para tal. FOI UM DIA ESPECIAL e ÚNICO. Suei, ralei, MAS VALEU MUITO A PENA ganhar uma MEDALHA na qual fui merecedora. 


E quando vejo pessoas fazendo este tipo de coisa, penso que estão enganando a si mesmas. É feio, e isso não faz parte do espírito esportivo. Isso é ROUBO, se NÃO ROUBO é DESLEALDADE CONSIGO MESMA. Infelizmente nem todos pensam desta maneira e continuam a tirar o brilho de algumas provas, quer sejam de 5km, 10k, 21k. 


Faça independente do tempo que chegue.

Não são apenas pessoas que saem do Brasil para correr maratonas fora do país que estão furando maratonas, mas agora posso dizer que vi pessoas fazerem isso em outro estado.

É feioooo, feio demais!!! Fico triste e espero que quem comete este tipo de trapaça pare para refletir se vale a pena se enganar e se é correto, DIGNO. Será que estamos ensinando aos nossos filhos a coisa certa?? Não sou mãe, mas outros são pais e mães. É isso que estamos ensinando aos nossos filhos??? A trapacear??? O que diria se seu filho chegasse em casa com uma prova roubada do colega e disesse "Pai, mãe tirei dez!!!" Quando na verdade pescou por inteiro  a prova do colega. São contexto diferentes mas é mais ou menos isso que ocorre quando se rouba num evento esportivo. Por isso independente de quem leia esta postagem, quer seja conhecido ou não. Se tem este tipo de atitude. Pare, pense e reflita antes de usar armas sujas num evento tão lindo. Para quem corre isso não faz parte e nem trata-se de espírito esportivo. 

O bonito não é chegar no menor tempo. Mas ainda que seja o último a chegar pegue na MEDALHA e diga "esta foi mérito meu"!!! Eu Dart acho lindo e sempre aguardo o último de uma corrida chegar. Para mim é um momento único em cada corrida que participo e acho lindo. Um momento em que todos batem palma e fazem festa com o último a chegar.


Recordo-me que na Golden Four do ano passado. No RJ, a última corredora a chegar, chegou a passar um batom vermelho antes de cruzar o pórtico. Além disse seus amigos a deram champanhe. Foi lindoooo!!! 

Ainda assim, outra vez filmei a chegada de um cadeirante, numa prova de 10km. Se não me engano foi na corrida Tiradentes. O rapaz chegou no pórtico acredito que com 1h52' de prova. Superou suas limitações e ainda que tenha chegado muito tempo depois da gente que fez em 58'/1h no máximo. O mesmo além de aplaudidíssimo pegou sua medalha com orgulho de dizer é MINHA Tal gesto não tem preço. Seja pela suas limitações, o mesmo foi sincero e lutou pela medalha. Todas as vezes  que vejo o último de um prova chegar dá-me vontade de chorar. É LINDO....


Por isso quero deixar esta mensagem aqui no meu blog. Não estou dando sermão a ninguém  e pouco me importa se estas pessoas ainda assim depois desta postagem continuarem a ter tal atitude. Acredito que este tipo de educação, vem de casa. É índole e caráter que se constrói ao longo da vida, mas que se quisermos bons filhos saibamos educar desde o princípio. Desde já dizendo que ninguém é PERFEITO mas que não custa nada tentar ser educado e reconhecer nossas limitações. Fazermos o que estar ao nosso alcance e jamais agir com tal deslealdade. A vez de cada um vai chegar. Se não me sinto preparada hoje para correr uma maratona, sei que um dia sentirei e aguardarei cautelosamente como sempre o fiz quando se trata de corridas. Avançar nas distâncias quando não se esta preparado, só ajuda ter lesões. 


Enfim esta é minha OPINIÃO.... Talvez quem trapasse em corridas não pense desta maneira e até tenham outra versão a relativizar. Mas para mim se é corrida de 21km, é de 21km e não menos que isso. Sendo assim o sujeito para ter medalha precisa percorrer todo percurso. Meu garmin marcou 21.290km. Até mais que o menor percurso realizado.


É isso... Desde já quero PARABENIZAR todos que participaram desta corrida e que cumpriram o percurso adequado. Aos que não conseguiram, parabéns também pelo reconhecimento de que não dava para concluir esta - tenho amigos que desistiram no meio. E não os vejo como menores, mas como pessoas verdadeiras.